O Centro de Manaus vai ferver daquele jeito hoje! Nesta quarta-feira (17/06), das 17h às 21h, a avenida Eduardo Ribeiro vira ponto de encontro pra quem curte arte, cultura e aquele movimento raiz da cidade. É o Euforia Sunset, que chega juntando rima, moda e gastronomia num só lugar, bem na frente da Casa da Economia Criativa Ideal Clube.
.A ideia, que partiu de artistas e criadores independentes, vem pra ocupar o espaço público com o que a juventude manauara tem de mais autêntico. E não é pouca coisa, não.
Quem colar por lá vai dar de cara com batalhas de rima daquelas de arrepiar, poesia falada no estilo slam — bem direta, da alma — e ainda desfile de moda com peças criadas por estilistas daqui mesmo, mostrando que o talento da terra é forte.
E como caboclo não vive só de arte, o evento também abre espaço pra culinária nativa, com sabores que carregam a identidade da região. Pra completar, vai rolar um bate-papo especial com a atriz amazonense Rosa Malagueta, trazendo ainda mais peso cultural pra programação.
Mas o Euforia Sunset não é só festa, não. A proposta vai além. A ideia é dar uma nova vida pra esses espaços históricos do Centro que muita gente passa batido no dia a dia. É tipo um chamado pra população olhar pra cidade com mais carinho, reconhecendo a própria história.
O artista plástico e gestor da Casa da Economia Criativa Ideal Clube, Turenko Beça, explica como tudo começou e o que move essa iniciativa:
“Essa iniciativa da Casa da Economia Criativa é para democratizar e popularizar o acesso ao Ideal Clube. E agora a gente vai fazer lá na frente do Ideal justamente fazer uma ativação para chamar a atenção para o prédio, para tudo o que a gente está fazendo desde que começou a fazer o processo de conservação. E é nesse sentido que a gente vai fazer. Foi uma coisa que veio da comunidade artística, perguntando se haveria essa possibilidade. E eu, como sou artista, achei que tinha tudo a ver. Eu não gosto de perder as oportunidades que são oferecidas. E estamos trabalhando para a ocupação do prédio,”
No fim das contas, o evento é mais que um rolê cultural: é um empurrão pra economia criativa, é visibilidade pra quem faz arte na raça e é prova de que Manaus segue pulsando forte, cheia de talento e identidade.
(*) Texto produzido com base em informações Públicas.






